segunda-feira, 1 de junho de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
| [+/-] |
Game Over |
____________________________________________________________________
Semana passada eu fui na casa do meu amigo Gus, e ele foi dar uma de Guitar Hero Hero pra cima de mim e acabou levando a pior, pois eu ganhei dele, e não só uma vez diga-se de passagem (
2.: Po, o meu uniforme tá confundindo!
3.: Essa bola confunde com o campo!
4.: Tu tem video-game e pode joga todo dia, eu não!
5.: Faz um tempão que eu não jogo!
6.: Esse controle tá com defeito!
7.: Esses jogador são uns merda, não fazem nada direito!
8.: Porra fulano (jogador do time) como é que tu me perde um gol desse!
9.: Teu time é bem mais forte que o meu!
10.: Pura sorte, tava igual pra igual!
__________________________________________________________________
quinta-feira, 28 de maio de 2009
| [+/-] |
[Título original censurado] |
Boa noite, meninos, meninas e velhos! Hoje eu tenho uma postagem toda especial para vocês! Uma postagem recheada de aventuras, diversão e gente pelada.
Mas primeiro, um pouco de história:
Esse é o general George Armstrong Custer, nascido em 1839, em Ohio. Ele foi um dos comandantes da guerra civil americana, bem como foi responsavel pela morte de muitos nativos americanos nos anos seguintes.
Ele era muito conhecido por atacar as tribos quando os guerreiros estavam ausentes, matando as crianças, estuprando as mulheres e vice-versa.
George Custer morreu em 1876, na batalha de Little Bighorn.
"Mas por que diabos ele está falando disso?", você deve estar se perguntando.
"O que isso tem a ver com videogames antigos?"
Pois bem... eu digo.
Na época do Atari 2600 (o console clássico da Atari, com seus jogos como Enduro, Pacman e Space Invaders) não existia um selo de "licensed by Atari". Ou seja, QUALQUER UM podia fazer seu jogo de Atari e vender numa boa.
Então vieram os engraçadões da Mystique Games e inventaram isso:
YEEEHAAAA COWBOY!!
Exatamente.
Eles fizeram um jogo sobre um cara sem calça que estupra uma índia.
E o interessante é que o jogo fez bastante sucesso, levando em conta sua tiragem limitada. Com certeza foi graças ao fator educativo, para as crianças... você sabe...(YEAH, RIGHT.)
Resumindo.. em Custer's Revenge você controla o general Peladão, que deve se esquivar de flechas e make some wild love com uma indiazinha "amarrada em um cactus" (digo isso pois é necessária muita imaginação para notar que ela está amarrada em um cactus).
É um jogo divertido, nos primeiros 15 segundos.

E não fique espantado. Custer's Revenge é só o começo.
Também da Mystique Games temos:
"Beat'em & Eat'em"
"Bachelorette party"
"Gigolo"
Entre outros montes de merda.
E o pior de tudo é que os jogos não apresentavam qualquer atrativo. Foram feitos para adultos, mas o motivo de seu "sucesso" foram os pré-adolescentes da época. E nenhum desses "jogos adultos" tinha qualquer indício de jogabilidade divertida.
E não me venham com aquela história de "conteúdo erótico", que é impossível alguém se excitar com meia dúzia de quadradinhos. Se vocês coseguem, procurem logo um médico.
Esses jogos são a definição de péssimos. Eu preferia ter que jantar os restos de um gambá atropelado a jogá-los denovo. Seria melhor ser atropelado por um caminhão de exlosivos dirigido pelo prórpio demo. Esses jogos me fazem querer vomitar.
E eu não gosto deles.
p.s.:caso não tenha ficado claro, esses jogos eu não jogo mais.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
| [+/-] |
Dossiê 2º Grau |
Sem comparações, a faculdade é mil vezes melhor! Não era nada do que meus professores do Ensino Médio diziam: - "Os professores da faculdade nem vão dar aula, eles gravam sua aula numa fita cassete e vocês assitem e se viram. Aproveitem agora a minha aula! Que na Facu vai ser tudo diferente..." ... Realmente a facu ta Ultra-Diferente... Eu não sei se eles falavam isso para a gente ficar com medo e continuar no Ensino Médio, ou se elas compraram o diploma e nunca fizeram uma faculdade antes... Mas, hoje em dia se for pra gravar a aula, eles gravariam em um DVD ou Blu-ray... Quem sabe até fazer umas lâminas no powerpoint e deixar no ambiente virtual... Porém, de uma coisa eu tenho certeza, os tempos de reguada nas mãos e escrever nas pedras com carvão ja foram... estamos no século XXI e vídeo cassete é pra colecionadores...
Eu vou falar por mim (mas garanto que muita gente vai familiarizar com o post), o meu Ensino Médio foi um terror, eu não sinto nem uma molécula de saudades daquele fucking colégio... Infelizmente tenho que passar na frente dele quando vou pra Universidade.
Em primeiro lugar os professores eram todos uns carrascos. Os bons saiam, os ruins ficavam mais ruins ainda e os idiotas ficavam ruins, idiotas e/ou viravam diretores!
Eles faziam questão de te humilhar na frente da turma, usando todas as formas criativas possíveis; queriam mostrar da forma mais bruta que eles mandam no cafofo; queriam cobrar o que eles muitas vezes não tinham dado; queriam mostrar que tinham autoridade sobre você mesmo fora do recinto escolar; na frente dos seus pais eles eram um amor; se achavam no direito de trazer parentes para dentro da sala para assistir a aula (não tenho nada contra trazer uma criança para a sala de aula... às vezes não tem com quem deixar e tal... Mas trazer o marido e a cunhada?); tinham os mais variados tipos de tiques nervosos, desde fechar os olhos pra falar e ter falsetes na voz até gestos com as mãos, dancinhas, bordões (como "né", "pode ser", "positsivo e negatsivo", "ja falo com você", "meu netinho" e "garotinho bonitinho") e finalmente bater palminhas e falar chi chi chi chi; não tinham nenhum conhecimento de informatica, sempre alegando que se o trabalho fosse "abaixado" da internet eles saberiam (sim eles falavam abaixado! E sim eu baixava trabalhos da internet diretasso e eles nem sabiam...). Enfim... Muitas coisas mesmo! Mas se vocês pensam que minhas reclamações terminam por aqui, se enganam... Esse foi só o aquecimento!
Não bastasse as professoras carrascas, ainda tinha que aturar meus coleguinhas... Esses sim tinham de todos os tipos: os chatos; os mais chatos ainda; os puxa-sacos; os whatever; os toscões; os humoristas losers; os sr.s "eu faço minha própria roupa no meu ateliê particular com tesourinha sem ponta"; os nerds; os jogadores de futebol (esses se enquadram nas 6 primeiras categorias); os que fazem um book fotográfico no recinto escolar; os ausentes; os que nunca conversavam com ninguém (apenas riam de uma maneira que não aparecem os dentes e tinham os cadernos completos); os que nunca ouviram falar de "Star Trek" (garanto que até hoje pensam que é alguma marca de cereal matinal); os reclamões; os sem noção; os desenhistas/pixadores os que vem pra aula de skate; os que dormem na aula; os que pintam as unhas na aula; os que jogam carta quando a professora sai da sala; os que descem a cachaça quando a professora sai da sala; os que fofocam quando a profesora sai da sala; os que saem da sala junto com a professora e os que a profesora manda sair da sala; Enfim... as minhas turmas tinham a maior diversidade de criaturas por habitat não-natural possível...
E vocês não fazem idéia de quanto isso me irritava! Tinha um palhaço que sempre vinha pedir quanto eu tirei na prova, para poder comparar com a note dele... Que na maioria das vezes era maior; Tinha sempre uma que pedia cola pra mim (eu nunca fui malvado e sempre passei... mas isso me irritava profundamente); Tinha sempre um que só vinha na sexta, e em trabalhos em grupo acabava sempre no meu; Tinha sempre uma que só me incomodava no orkut e msn pra saber quais seriam as matérias do dia seguinte... Eu posso fazer um post inteiro só dos meus colegas troxas, mas não é meu objetivo hoje! Prosseguindo...
Aquele aparentemente era um colégio estadual normal, numa cidade normal, num bairro normal, num endereço normal, com um nome normal. O que eu não entendia (dentre outras coisas) era pq aquela bosta tinha tantas regras escrotas
Pra finalizar eu só queria dizer uma coisa: graças a deus acabou! E frizar que meu filho não irá para essa escola!
Essa história aconteceu comigo... Mas poderia ter contecido com você!
Pense nisso...
Pois bem galera, ta na minha hora e não percam amanhã o review de games enpoeirados do Gus (ator de Gilmore Gus), Segunda uma tirinha do meu amigo Clepton, Terça nossa queridíssima Nati com sua coluna vertebral, Quinta Comentário do Singolai comigo mesmo e... Esse sábado, uma estréiia no Mioojo Cósssmicooo... Comigo também! :D
Aguardem
terça-feira, 26 de maio de 2009
| [+/-] |
Coluna Vertebral |
Barra de energia verde. Acordar. Banheiro. Café da manhã - cereal. Colher simoleons. Chamar táxi. Ir ao centro da cidade. Fazer compras. Kaching; enter. Chamar táxi. Banheiro. Banho. Estudar culinária. Almoçar chilli com carne. Exercitar-se. Ir para o trabalho de helicóptero. Chegar do trabalho de helicóptero. Relacionar-se com o vizinho. Banheiro. Estudar limpeza. Jantar macarrão com queijo. Praticar discurso. Banho. Dormir de pijama.
Amanhã é o evento do The Sims 3 aqui em Porto Alegre, na Saraiva Mega Store do Barra Shopping Sul.
Aguardem a cobertura exclusiva!
segunda-feira, 25 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
| [+/-] |
Sozinho, e no escuro. /o\ |
Vamos voltar para o início da década de 90. Quando se falava em jogos de PC, Adventures como The Dig, Prisoner of Ice e Indiana Jones and the fate of Atlantis eram sucesso absoluto graças aos seus sistemas de puzzles e suas histórias marcantes. Na mesma época, tinhamos muitos sidescrollers, como Comander Keen e Duke Nukem. Mas esses jogos se resumiam em atirar (ou pular na cabeça, como preferir) primeiro e perguntar depois (na verdade, perguntar nunca).
Então, em 1992, surgiu entre os generos de ação e aventura um divisor de águas.
Um jogo que faria você pensar.
Um jogo que faria você correr.
Um jogo que faria você dizer “o que diabos esses polígonos deveriam representar?”
Um jogo que...
bem...
um jogo.
E esse jogo se chamava Alone in the dark.
Alone in the dark conta uma das aventuras do detetive Edward Carnby, contratado por Emily Hartwood para investigar o suicidio de seu tio, Jeremy Hartwood, em uma mansão chamada Decerto. Se você estiver se perguntando “quem é que dá nome pra uma mansão?”, saiba que eu também não entendo. E se você estiver se perguntando “por que ela contratou um detetive, se foi suicidio? ” saiba que você é um imbecil.
Enfim... em Alone in the dark, você pode jogar como Edward Carnby ou como Emily Hartwood, mas a trama independe da sua escolha. O objetivo inicial é descobrir o que levou Jeremy ao suicídio, mas isso fica um pouco difícil quando cachorros cabeçudos e pessoas verdes com roupas cor de rosa tentam te abater. E fica mais difícil ainda sabendo que uma maldição caiu sobre a mansão e agora a porta da frente pode te engolir, levando ao tão temido GAME OVER.
Clique para ampliar essa belezinha
Vale lembrar que o jogo é o precursor de um gênero, o Survival Horror, seguido por sucessos como Resident Evil, Silent Hill e hoje por suas sequências.
Outra coisa interessante são as referências á Mitologia Lovecraftiana, como o monstro Vagabond, da biblioteca e o Necronomicon, o livro dos mortos.
Concluindo... Alone in the dark é um jogo bom para quem não tem frescuras. E para quem tem PC em casa.
Até a próxima e lembrem-se todos: é medonho, lento e confuso, mas eu ainda jogo!